quinta-feira, 26 de novembro de 2015

A linguagem matemática x a linguagem materna. Sera que são tão opostas assim?

Quando analisamos a origem da linga materna podemos concluir que ela vem como uma maneira de dar sentidos ao mundo ,de nos comunicarmos com o outro, compartilhando informações.
A linguagem matemática está correlacionada a língua materna quando analisamos que também é uma forma de compartilhar informações de nos comunicarmos com o outro só que de um modo ligeiramente diferente. “a capacidade matemática é nada mais do que a capacidade lingüística usada de maneira ligeiramente diferente” (DEVLIN, 2004, p.37).
Muitos educandos conseguem ler corretamente textos normais, mais apresentam dificuldades em traduzir a linguagem habitual para a linguagem matemática.
Compreender questões problema torna-se um desafio em decorrência de não se fazer a interação entre os dois tipos de língua que são completamente correlacionados.
Em nossa infância tudo e abstrato as coisas ainda não tem nome nem sentido, e a língua materna vem justamente com o intuito de dar sentido e nome a  todas essas coisas que antes pareciam existir somente em nossa mente.
A Língua matemática tem justamente este objetivo que é de dar forma e sentido a coisas abstratas que parecem existir somente no mundo subjetivo; Porém para se estudar de maneira correta a matemática e preciso que se aprenda a conciliar os dois tipos de linguagem porque é preciso a compreenção correta da língua matemática para que termos como por exemplo:efetue, analise e decomponha, façam sentido. Por isso para se estudar a matemática é preciso que o aluno leia a matemática; O que para ser feito e preciso que haja anteriormente uma compreensão correta da língua materna, para que se aprenda a interpretar textos matemáticos.
Sendo assim posso por fim concluir que apesar da simbologia abstrata da língua matemática ela é a língua materna estão relacionadas e é preciso que aprendemos a olhar para elas como línguas paralelas e interdependentes e paremos de dissocia-las. Porque ambas sempre estarão ligadas seja em uma receita de bolo, em uma nota fiscal ou em qualquer outras questões problema que venha a aparecer em nosso dia a dia.

Trabalho apresentado a Universidade Estadual de Minas Gerais.(ead)


Referências Bibliográficas
*texto: MATEMÁTICA E LÍNGUA MATERNA: PROPOSTAS PARA UMA INTERAÇÃO POSITIVA. http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/2010/artigos_teses/MATEMATICA/Artigo_Coura.pdf
Texto: Linguagem matemática e Língua Portuguesa: diálogo necessário na resolução de problemas matemáticos


terça-feira, 22 de setembro de 2015

Plano de aula apresentado ao curso de Pedagogia pela Universidade Estadual de Minas Gerais.


Tema: A dança como arte, é como forma de expressão



Titulo: Dança

Objetivo: Trabalhar a coordenação motora das crianças, através de uma aula divertida e que lhes ofereça a possibilidade de interação de ums com os outros.

Publico Alvo: Crianças entre 4 e 5 anos. ( Educação Infantil)

Material: Aparelho de cd, um cd que contenha a música de chiquititas (Mc Pata ti bum pá e Mc gui), roupas adequadas ao estilo de música em questão.

Desenvolvimento: A aula se inicia com pequenos exercícios de alongamento, sem seguida será colocada a musica de chiquititas (Mc Pata ti bum pá e Mc gui) para que a criança se socialize com ela, como é uma música bastante conhecida por eles é bem agitada a livre expressão deverá ser iniciada como primeiro momento.
Em seguida serão ensinado as crianças pequenos movimentos que correspondam a batida da música ensinando a criança a relacionar som e movimento. O nível dos movimentos deverá ir aumentando a medida que a criança for se familiarizando com os movimentos, ensinando eles a coordenarem os seu corpo com o som da música e com os movimentos advindos do professor e dos colegas.
Quando as crianças estiverem realmente em sincronizadas (o que não significa que deverão ser cobradas e levadas a exaustão), deverá ser elaborada uma apresentação com roupas correspondentes ao estilo escolhido.


Avaliação: A avaliação será feita por meio da observação onde irei observar as dificuldades apresentadas pelos alunos, seja na coordenação, seja na participação em atividades coletivas para que eu possa trabalhar essas dificuldades de forma separada futuramente.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Esse é o link para a minha história em quadrinho que versa sobre o mito n° 4, com o preconceito linguistico de que “As pessoas sem instrução falam tudo errado”.
Esse mito além de trazer um preconceito linguístico, vem acompanhado de um social, de que as pessoas de menor aquisição não sabem falar o português, não importa o quão letrado ele é, mas o fato de ser pobre vai fazer com que as pessoas olhem como se ele de nada soubesse. E tem mais, pode-se observar outro preconceito, o regional e este, está sempre sendo alimentado pela mídia que desmoraliza certa região, como acontece com os interiores do Nordeste.
Qualquer manifestação linguística que escape do triângulo escola-gramática-dicionário é considerado “errado”, levando em conta o preconceito linguístico.
Bagno explicou, o fenômeno da palatalização-som da pronúncia da região para região no Brasil e que muitas vezes é alvo de escárnios por pessoas que se julgam pertencer a um lugar superior. Para o autor, o que está em jogo não é a língua, mas a pessoa que fala essa língua e a região geográfica onde essa pessoa vive. Esse preconceito linguístico é embasado na crença de que existe uma única língua portuguesa digna.
http://www.pixton.com/br/comic/q83ptm4c

quinta-feira, 18 de junho de 2015


Trabalhando a linguagem corporal em crianças de 0 a 5 anos

Objetivo:
·         Trabalhar a coordenação motora
·         Desenvolver na criança senso de direção
·         Ampliar os aspectos afetivos e sociais
·         Oferecer momento de prazer em grupo

Desenvolvimento:

·         Construa  dois túneis ou passa-passa de papelão eles deverão ser longos e com variadas alturas de forma que a criança tenha a opção de procurar a saída em pé ou engatinhando.
·         Em seguida coloque os dois tuneis um do lado do outro e crie uma espécie de competição entre as crianças onde a que conseguir sair do túnel primeiro respeitando as regras de caminharem quando o túnel estiver alto e engatinharem quando ele estiver baixo ganha.



sexta-feira, 5 de junho de 2015


UM POUCO SOBRE O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO: UM LONGO CAMINHO A SER SEGUIDO


O PNE ( Plano Nacional de Educação),  é uma lei ordinária,prevista na Costituição Federal que vem como uma proposta otimista que promete impulsionar o Pais rumo a outro patamar de desenvolvimento ,foi sancionado no dia 26 de junho de 2014;O novo PNE traz consigo um total de 20 metas que tem como principal objetivo melhorar o acesso desde a educação infantil até o Ensino Superior.
Pensar nestas metas quando se mora no interior de Minas Gerais em uma região esquecida pelo governo e pensar na sua falta de compatibilidade com a realidade ,afinal são apenas meras frases escritas sem uma base de apoio ou um plano maior que tem como ojetivo apenas preencher folhas de papel.Acredito que quando se coloca como meta que :

1 - Educação Infantil
Até 2016, todas as crianças de 4 a 5 anos de idade devem estar matriculadas na pré-escola. A meta estabelece, também, a oferta de Educação Infantil em creches deve ser ampliada de forma a atender, no mínimo, 50% das crianças de até 3 anos até o final da vigência deste PNE.

2 - Ensino Fundamental
Até o último ano de vigência do PNE, t oda a população de 6 a 14 anos deve ser matriculada no Ensino Fundamental de 9 anos, e pelo menos 95% dos alunos devem concluir essa etapa na idade recomendada.

3 - Ensino Médio
Até 2016, o atendimento escolar deve ser universalizado para toda a população de 15 a 17 anos. A meta é também elevar, até o final da vigência do PNE, a taxa líquida de matrículas no Ensino Médio para 85%.

4 - Educação Especial/Inclusiva
Toda a população de 4 a 17 anos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação deve ter acesso à educação básica e ao atendimento educacional especializado, de preferência na rede regular de ensino, com a garantia de sistema educacional inclusivo, de salas de recursos multifuncionais, classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou conveniados.

5 - Alfabetização
Alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3º ano do Ensino Fundamental. Atualmente, segundo dados de 2012, a porcentagem de crianças do 3º ano do Ensino Fundamental com aprendizagem adequada em leitura é de 44,5%. Em escrita, 30,1% delas estão aptas, e apenas 33,3% têm aprendizagem adequada em matemática.

6 - Educação integral
Até o fim da vigência do PNE, oferecer Educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% dos(as) alunos(as) da Educação Básica.

7 - Aprendizado adequado na idade certa
Estimular a qualidade da educação básica em todas etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem de modo a atingir as seguintes médias nacionais para o Ideb:
8 - Escolaridade média
Elevar, até 2013, a escolaridade média da população de 18 a 29 anos, de modo a alcançar no mínimo 12 anos de estudo no último ano, para as populações do campo, da região de menor escolaridade no País e dos 25% mais pobres, e igualar a escolaridade média entre negros e não negros declarados à Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

9 - Alfabetização e alfabetismo de jovens e adultos
Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 93,5% até 2015 e, até o final da vigência do PNE, erradicar o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional.

10 - EJA integrada à Educação Profissional
Oferecer, no mínimo, 25% (vinte e cinco por cento) das matrículas de educação de jovens e adultos, nos ensinos fundamental e médio, na forma integrada à educação profissional. Os dados de 2012 apontam que apenas 0,7% dos alunos do EJA de Ensino Fundamental têm esta integração. No Ensino Médio, a porcentagem sobe para 2,7%.

11 - Educação Profissional
Triplicar as matrículas da Educação Profissional Técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta e pelo menos 50% da expansão no segmento público. Em 2012, houve 1.362.200 matrículas nesta modalidade de ensino. A meta é atingir o número de 4.086.600 de alunos matriculados.

12 - Educação Superior
Elevar a taxa bruta de matrícula na Educação Superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurada a qualidade da oferta e expansão para, pelo menos, 40% das novas matrículas, no segmento público.

13 - Titulação de professores da Educação Superior
Elevar a qualidade da Educação Superior pela ampliação da proporção de mestres e doutores do corpo docente em efetivo exercício no conjunto do sistema de Educação Superior para 75%, sendo, do total, no mínimo, 35% doutores.

14 - Pós-graduação
Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu, de modo a atingir a titulação anual de 60 mil mestres e 25 mil doutores.

15 - Formação de professores
Garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, no prazo de 1 ano de vigência do  PNE, política nacional de formação dos profissionais da educação, assegurando que todos os professores e as professoras da educação básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam.

16 - Formação continuada e pós-graduação de professores
Formar, em nível de pós-graduação, 50% dos professores da Educação Básica, até o último ano de vigência do PNE, e garantir a todos os(as) profissionais da Educação Básica formação continuada em sua área de atuação, considerando as necessidades, demandas e contextualizações dos sistemas de ensino.

17 - Valorização do professor
Valorizar os(as) profissionais do magistério das redes públicas da Educação Básica, a fim de equiparar o rendimento médio dos(as) demais profissionais com escolaridade equivalente, até o final do 6º ano da vigência do PNE.

18 - Plano de carreira docente
Assegurar, no prazo dedois anos, a existência de planos de carreira para os(as) profissionais da Educação Básica e Superior pública de todos os sistemas de ensino e, para o plano de Carreira dos(as) profissionais da Educação Básica pública, tomar como referência o piso salarial nacional profissional, definido na Constituição Federal.

19 - Gestão democrática
Assegurar condições, no prazo de dois anos, para a efetivação da gestão democrática da Educação, associada a critérios técnicos de mérito e desempenho e à consulta pública à comunidade escolar, no âmbito das escolas públicas, prevendo recursos e apoio técnico da União para tanto.

20 - Financiamento da Educação
Ampliar o investimento público em Educação pública de forma a atingir, no mínimo, o patamar de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) do País no quinto ano de vigência da lei do PNE e, no mínimo, o equivalente a 10% do PIB ao final do decênio.
Deve se procurar fazer cumprir tudo o que for proposto. É  os orgãos responsáveis por fazer cumprir tais metas são o Ministério da Educação (MEC), a Comissão de Educação da Câmara dos Deputados e a Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal, o Conselho Nacional de Educação (CNE) e o Fórum Nacional de Educação,  que deverá realizar o seu monitoramento por meio de documentos, como estudos do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) que devem ser publicados a cada dois anos durante a vigência da lei para mostrar a aplicação do Plano, e a realização de atividades como Conferências Nacionais de Educação.
Caso todas as metas acima apresentadas sejam cumpridas o Brasil ganhará muita na questão de um educação de qualidade, Afinal como um auto declarado "Pais da Educação", o Brasil ainda está longe de uma educação de qualidade, afinal os 5,3% atualmente investidos e pouco diante das mudanças que precisam ser feitas.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Questões de mudança

O ministro da educação, Cid Gomes pediu demissão a presidenta Dilma Rousseff, após uma fala do ministro da câmara ter gerado revolta entre parlamentares na base aliada.
“Sua saída foi anunciada em uma nota de quatro linhas, onde o planalto agradeceu a permanência de Gomes no cargo”.” A presidenta agradeceu a dedicação do ministro a frente da pasta”. Disse o texto.
Para assumir o seu lugar foi empossado como novo ministro da educação o professor aposentado de ética e filosofia politica na Universidade de São Paulo (USP), Renato Janine que dentre outros cargos que ocupou está o de presidente da Comissão de Cooperação Internacional da USP, entre 1991 e 1994, é secretário conselheiro da Sociedade Brasileira Para Progresso da Ciência (SBPC), entre 1997 e 1999. Também foi diretor de Avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) 2004 a 2008, quando dirigiu mais de 2500 cursos de doutorado e mestrado do Brasil.
A Secretária de Educação de Minas Gerais tem como missão desenvolver e coordenar politicas publicas de educação básica inclusiva e de qualidade, garantindo plenas condições de funcionamento da rede publica, em especial da rede estadual promovendo a formação integral dos estudantes, com vistas ao exercício da cidadania no mundo do trabalho.
O nome da secretária de educação de Nanuque é Maria Cristina Dias Barbosa.

Com base nos constantes problemas educacionais que vem ocorrendo na cidade de Nanuque/ MG, como a falta de investimentos no transporte escolar que fez com vários alunos de Zona Rural tivesse que abandonar a escola, o corte com professores que superlotou as salas de educação básica, impedindo os professores de desenvolverem um bom trabalho, a falta de merenda que obriga os funcionários a retirarem do próprio bolso valores para a merenda dos alunos. Por fim por conta de todos esses desrespeitos ao qual os educandos têm sido acometidos se eu fosse a secretária de educação do meu município minha primeira ação seria resolver as questões acima citadas para que por fim, depois da situação resolvido viesse junto com os diretos planejar formas de melhorar a educação, que tem sido constantemente esquecida.